sexta-feira, 9 de julho de 2010

O que foi a Revolução de 32?

O Brasil Atitude, o blog de quem tem atitude e patriotismo explica para você leitor o que foi a Revolução Constitucionalista de 1932 ou simplesmente a Guerra Paulista.

Ocorrida no Estado de São Paulo entre os meses de julho e outubro de 1932, o movimento armado tinha como objetivos derrubar o Governo Provisório do então presidente da república Getúlio Vargas e conseguir a promulgação de uma nova constituição para o Brasil.

Tudo isso, não passou de uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia que os estados tinham durante a vigência da Constituição de 1891.

A revolução de 30 impediu a posse do governador de São Paulo, Júlio Prestes, à presidência da República e tirou do poder o presidente Washington Luís, que fora governador de São Paulo anos antes, dando assim um ponto final à República Velha.

O dia 9 de julho então marca o início da Revolução de 1932, que terminou em 4 de outubro do mesmo ano (com a rendição paulista nos dois últimos dias), deixando 934 revolucionários mortos, segundo dados oficiais, mas para os combatentes os números são bem maiores, podendo passar dos 2 mil. Além destes dados não há números de baixas civis, e até os dias de hoje, nunca foram reveladas as quantidades de óbitos das tropas federais.

Este fato histórico foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último conflito armado ocorrido no Brasil.Feriado

O dia 9 de julho, Dia da Revolução Constitucionalista de 1932, foi instituído como feriado em todo o Estado de São Paulo pela Lei estadual 9.497, promulgada em 5 de março de 1997, pelo então governador paulista Mário Covas.

*Imagens extraídas do site Wikipédia

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A polêmica sobre a bola da copa: Um problema mais comercial do que funcional

Nos últimos dias, lemos, vemos e ouvimos nos mais diversos meios de comunicação, jogadores da seleção brasileira reclamarem da Jabulani, a bola da Copa. Para os atletas canarinhos a bola é ruim, difícil de rolar.

O técnico Dunga, por sua vez, não poderia ficar de fora das críticas ao o instrumento de trabalho utilizado por sua trupe, o general Dunga, um dos responsáveis por vender a Copa de 98 para os franceses, dá o ar da graça alfinetando o francês secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke dando a seguinte declaração, "Se ele jogar e testar a bola vai ter opinião diferente. Ele não entrou em campo, só sabe falar. E não foi só o Brasil que reclamou, foram jogadores acostumados na Europa".

Diante das declarações do Dunga, que está se achando o Deus na terra, mas que não vai trazer o caneco do hexa, faço uma análise criteriosa em relação a essa declaração.

Os atletas citados por Dunga, assim como nossa seleção e grande parte dos jogadores que estão representando nosso país, são patrocinados pela indústria de materiais esportivos Nike, e a bola da Copa, é fabricada pela concorrente Adidas.

A prova de que tudo não passa de uma mera reclamação visando interesses comerciais, é a cena em que o craque Kaká beija a tão polêmica bola da Copa. Claro, que a atitude do brasileiro não e para amenizar a discussão em torno da Jabulani, mas sim defender os próprios interesses, já que o meia brasileiro é patrocinado pela fabricante da bola, a Adidas.

Foto da polêmica Jabulani, a bola oficial da Copa - 2010, fabricada pela Adidas. (foto retirada da internet)

É importante ressaltar que na Copa de 98, antes mesmo da competição começar já se ouvia por todos os cantos que o campeão a sagra-se naquele ano seria uma seleção européia. Dito e feito, o Brasil em uma final toda confusa, com nossos craques caindo pelos cantos. O Ronaldo, por exemplo, à época era o melhor do mundo, teve uma convulsão antes da partida e mesmo assim estava escalado entre os titulares.

Durante a partida era nítido a falta de empenho dos jogadores, inclusive do capitão Dunga, que em jogos anteriores era um verdadeiro carrasco em campo, não admitia falhas, mas na final armada pela Nike, patrocinadora brasileira e da seleção da casa, a França que nunca tinha ganhado um título mundial, sagrou-se campeã naquela Copa diante de milhares de pessoas que estarrecidos não acreditavam no que viam.

Dunga, sua trupe e a CBF, querem que o mundo engula que a bola é ruim por mero interesse comercial, além de tirar o foco para uma apresentação medonha, que nitidamente está se encaminhando, e para que ninguém seja culpado acusam a bola de ser a grande vilã.

Como já dito, o Dunga não é boa gente, afinal foi um dos que vendeu a honra brasileira diante da França.

Wilson Taveira Guardia.

Estou de volta...

Caros amigos e leitores do Brasil Atitude, resolvi sair do ostracismo. Volto com um texto sobre a bola da Copa.

A série "Histórias que o povo conta por aí", será idealizada o mais breve possível, o artigo sobre as operadoras de celular já está saindo do forno, aguardem mais novidades.

Wilson Taveira Guardia.